Angola

Nasceu em Luanda a 23-03-1940 mas vivia com pa rentes no Congo-Léopoldville. Mecânico de automóveis, detido a 28 de Março pela PIDE no aeroporto de Luanda, desencadeando a vaga de prisões da PIDE em 1959 que deu lugar aos processos judiciais conhecidos como “Processo dos 50”. Foi acusado de cumplicidade com o “ELA”, grupo clandestino ativo desde o início dos anos 50, com ligações a outros nacionalistas em Angola e no exterior.
Agricultor, ausado de dar informações e apoio logístico à luta armada da UNITA, foi-lhe estabelecida “fixação de residência” em “Chão Bom, Cabo Verde”, por 10 anos. Chegou ao Campo do Tarrafal a 14-03-1970 e foi libertado no 1.º Maio 1974.
Enfermeiro, participou no grupo recreativo e político “Espalha Brasa”, depois associado ao “ELA”, grupo mais antigo e com ligações a outros nacionalistas em Angola e no exterior. Chegou ao Tarrafal a 25-02-1962 e saiu (liberdade condicional e residência fixa em Luanda) a 02-02-1969.
Nasceu na Funda (Luanda) a 04-06-1939. Mecânico, residente no Bairro Indígena, já tinha sido referenciado pela PIDE em processos anteriores (1965), por ligações ao Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA). Terá estado detido no Campo prisional de S. Nicolau, no sul de Angola. Por despacho do Secretário-Geral de Angola de 09 de Abril de 1968 foi-lhe “fixada residência” em Cabo Verde, no “Campo de Chão Bom” (Tarrafal), por 8 anos. Chegou ao Tarrafal a 08-08-1969 e foi libertado a 01-05-1974.
Alfaiate de profissão, foi acusado de integrar a rede de apoio à UNITA e preso em julho de 1969. Após algum tempo de prisão em Luanda, o Secretário-Geral de Angola determinou-lhe “fixação de residência” em “Chão Bom, Cabo Verde”, por 10 anos. Chegou ao Campo do Tarrafal a 14-03-1970 e foi libertado no 1.º Maio 1974.
Eletricista, preso pela PIDE em Julho de 1969 por pertencer à rede clandestina de apoio à UNITA. Por despacho do Secretário-Geral de Angola foi-lhe determinada “fixação de residência” em “Chão Bom, Cabo Verde”, por 10 anos. Chegou ao Tarrafal a 14-03-1970 e foi libertado no 1.º Maio 1974.
Alfaiate, foi preso pela PIDE em Julho de 1969 por pertencer à rede clandestina de apoio à UNITA. Por despacho do Secretário-Geral de Angola determinada “fixação de residência” em “Chão Bom, Cabo Verde”, por 10 anos. Chegou ao Tarrafal a 14-03-1970 e foi libertado no 1.º Maio 1974.
Nasceu em Calumbo, Carmona (Uíje) c. 1928, filho de Catula e de Homa. Agricultor, foi preso, em data e local não identificados, por pertencer à União das Populações de Angola (UPA), desde 1962 integrada na Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), movimento independentista que combatia no Norte de Angola.
Eletricista, morador no Bairro Indígena, era auxiliar de mecânico no Aeroporto de Luanda. Pertencia ao grupo recreativo (e político) “Espalha Brasa". Foi condenaod a 4 anos de prisão e medidas de internamento de 6 meses a 3 anos. Chegou ao Tarrafal a 25-02-1962 e saiu, em liberdade condicional com residência fixa em Luanda, a 10-06-1969.
Alfaiate, foi preso pela PIDE em Julho de 1969 (Processo-crime nº 161/69) por fazer parte da rede clandestina de apoio à União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) que fazia acções militares no leste de Angola. Após algum tempo de prisão em Luanda, um Despacho do Secretário-Geral de Angola (26-08-1969) determinou-lhe a "fixação de residência" em Chão Bom, Cabo Verde, por 10 anos.